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Times de Várzea Alegre - América Futebol clube (da Varjota)

Com o intuito de participar do campeonato municipal de 2016 das séries A e B, o time do Payssandu da Varjota se dividiu em duas equipes: ficando o Payssandu na série A e o time do América defendendo a série B, sob o comando de Cicinho Gonçalves ( O Peba).


Bodas de Chifre - Por Mundim do Vale

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BODAS DE CHIFRE.
Assis de Zé do Carmo, depois de ter sido traído várias vezes por Terta, ainda sentia uma certa paixão por ela. Terta por sua vez, depois de passar por vários homens, arranjou cinco filhos e ficou com dificuldade de criá-los, por conta da sua idade e pelo abandonos dos pais das crianças.
Terta aproximou-se de Assis e dramatizou uma história triste que Assis falou emocionado:
- Apois tá bom. Ramo siajuntá de novo, mais você vai premetê qui num vai mais simbora cum o fiscal da febre amarela, nem cum o soldadô de panela e nem cum o vendeão de rede.

Terta respondeu chorando para representar melhor a sua farsa:
- Tá bom Assis. Eu premeto qui de hoje im vante meu omi é só você.
Os dois foram morar numa casinha de taipa no Alto do Tenente. Enquanto Terta cuidava de uns canteiros de coentro, Assis viajava com Raimundo Mouco vendendo animais. Numa dessas viajens Assis passou três meses no Maranhão. Quando retornou notou Terta diferente e perguntou:
- O qui é qui tu tem muié? Qui tá cum essa cara de Amélia?
- É pruquê eu sube qui tu arrumô ôta muié lá no Maranhão.
- Isso é fuxico do povo. Eu tava lá era trabaiando prumode butá as coisa dento de casa. Mais adispois qui eu cheguei, eu sube qui tu tava dibaxo dos pé de oiticica da Varjota cum Ontõe Gogó.
- Isso é cunveça dese povo qui num tem o qui cunveçá. Eu só fui lá na Varjota duas vez. E Ontõe Gogó tava, mais era me ajudando a catá as oiticica.
- E pruquê quando chegava gente, vocês siscundia no buraco da cacimba?
- Era pruquê Ontõe Gogó é um omi dereito e tava cum medo do povo pensá qui nóis tava cum chamego.
- Apois tá certo. Eu vou ali na budega de Vicente Totô pra comprá umas coisa e quando eu vortá, nóis ramo matá a sodade ali diibaxo do cajuêro. Tu tá alembrada qui oje faz dez ano qui nóis siajuntemo?
- Vixe omi! Eu tava isquicida. Apois vá e vorte logo qui eu vô butá os minino pra ir brincá na casa de Chiquim Beca.
Assis foi até a bodega, fez as compras e pagou a conta velha. No meio das compras tinha um litro de zinebra e Vicente totô perguntou:
Tem festa lá hoje, Assis?
- Apois é. Tá cum noventa dia qui eu tou longe de Terta e eu oiei no calendaro hoje tombém faz dez anos qui eu mais Terta siajuntemo. Dez ano é boda de que mermo em Vicente?
Vicente quase não deixa Assis terminar:
- DE CHIFE.

História da Roda Gigante

O primeiro exemplo de roda-gigante foi a “sobe-e-desce”, um aparelho primitivo, girado à mão, fabricado em meados do século 17 e ainda é usado em algumas partes do mundo. A roda-gigante de “Ferris” foi batizada em homenagem a George Washington Gale Ferris, Jr., Que projetou uma roda-gigante de 80 metros para a Exposição Mundial de Colombo de Chicago EUA em1893. Esta roda-gigante pesava 2000 toneladas e podia levar 2.160 pessoas por vez. A roda de Ferris foi a maior atração da exposição, elevando-se a 80 metros de altura e impulsionada por dois motores a vapor de 1000 HP. Ela tinha 36 cabines, cada uma do tamanho de um ônibus escolar e capaz de acomodar 60 pessoas (20 sentadas e 40 de pé). Levava 20 minutos para que a roda desse duas voltas – a primeira fazendo seis paradas, para permitir que os passageiros entrassem e saíssem, e a segunda uma revolução sem paradas – um passeio que custava 50 centavos de dólar por pessoa. A roda foi movida duas vezes após a feira de 1893 e foi finalmente destruída (através de demolição controlada) em 1904, após ser usada na exposição de St. Louis desse ano. Com 70 toneladas, seu eixo era a maior peça de aço forjado da época. Ela tinha 26 andares de altura, apenas um quarto da altura da Torre Eiffel.
London Eye (“Olho de Londres”)
Levou sete anos e a habilidade de centenas de pessoas, de cinco países, para tornar realidade a London Eye. Seu projeto é semelhante a uma enorme roda de bicicleta, com um eixo e cubo central conectados a aros externos e internos através de raios feitos de cabos. Ela é mais de 200 vezes maior do que uma roda de bicicleta normal. Se colocados um atrás do outro, os 80 raios se estenderiam por seis quilômetros. O eixo que suporta a estrutura da roda tem 23 metros de comprimento – a altura de nove das clássicas cabines telefônicas vermelhas de Londres. O peso do eixo e cubo é de 330 toneladas – equivalente a 49 ônibus de dois andares e 20 vezes mais pesado do que o Big Ben. Cerca de 1.700 toneladas de aço foram usadas na construção da London Eye. Ela foi transportada de barcaça pelo Rio Tâmisa em seções, sendo montada na margem Sul do mesmo. Levou uma semana para levá-la da posição horizontal até que ela ficasse totalmente na vertical. A tecnologia empregada foi a mesma usada para erguer torres de perfuração de petróleo no Mar do Norte. A London Eye é muitas vezes vista como uma roda-gigante. Mas esse não é o caso: em primeiro lugar, as cápsulas são totalmente fechada e têm ar-condicionado; além disso, as cápsulas são posicionadas no lado de fora da estrutura da roda e são totalmente motorizadas; e por fim, toda a estrutura é sustentada por uma armação em forma de A, apenas em um dos lados.
Mas como ela funciona? A London Eye usa dois tipos de cabos: os cabos da roda e os cabos de brandal. Os cabos da roda incluem 16 cabos de rotação do aro e 64 cabos dos raios. Esses são semelhantes a raios de roda de bicicleta, estendendo-se do cubo ao aro. Existem seis cabos de brandal, que estão localizados na fundação de compressão. A fundação de compressão está situada debaixo das pernas da armação em forma de A. Ela exigiu 2200 toneladas de concreto e 44 estacas de concreto – cada uma com 33 metros de profundidade. A fundação de tensão, que segura os cabos de brandal, usou 1200 toneladas de concreto. Os principais elementos do cubo e do eixo foram fabricados em aço fundido. O eixo era grande demais para ser fundido em uma única peça. Por isso, precisou ser produzido em oito seções menores. Duas outras peças fundidas, na forma de anéis gigantes, formam o principal elemento estrutural do cubo. O cubo inclui um tubo de aço laminado, que forma o espaçador que mantém os anéis separados. Toda a fundição foi realizada pela Skoda Steel.
Fonte:https://projetorodagigante.wordpress.com

A Gruta de Ubajara - Por Joel Bennington (via Facebook)

A Gruta de Ubajara é uma caverna localizada no município brasileiro de Ubajara, Ceará. Fica dentro do Parque Nacional de Ubajara e é formada por rochas calcárias. O acesso à gruta é feito através de um teleférico, que desce mais de 500 metros para chegar à sua entrada. Também é possível chegar à gruta através da trilha dos Cafundós, uma descida de mais de 4 km.
Consta que a Gruta de Ubajara é conhecida desde o início do século XVIII, quando os portugueses realizaram expedições na região em busca de minérios, especialmente prata, sem lograrem sucesso. Ubajara é de origem indígena e a tradução que prevalece para o nome é "Senhor da Canoa". Este nome teria surgido da lenda de um cacique que, vindo do litoral, teria habitado a gruta por muitos anos. Existem outras traduções para o nome como "Senhor das Flechas" e "Flecheiro Exímio". Algumas pessoas acreditam que a origem da gruta de Ubajara deve-se às escavações em busca de prata, somado a quase duzentos anos de intempéries. A origem e essência do Parque sempre foram a gruta de Ubajara, motivo de apaixonadas crônicas de personalidades locais.
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VÁRZEA ALEGRE E A MÍSTICA DE PAPAI RAIMUNDO - por George Ney

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VÁRZEA ALEGRE E A MÍSTICA DE PAPAI RAIMUNDO - por George Ney
É muito natural e até bacana perceber que de alguma forma, mesmo que inconsciente, criamos determinados símbolos que nos identificam. Para nós varzealegrenses um desses ícones é a figura do patriarca Papai Raimundo. Esse personagem se tornou em algum momento de nossa história tão emblemático que tendemos a pensar nele como único povoador de nossa Várzea Alegre. Apesar da grande influência exercida por ele dentre seus familiares e agregados tentarei mostrar a seguir que deveremos também creditar esse povoamento a outros tantos que aqui chegaram...
Segundo abalizados pesquisadores é das primeiras décadas do século XVIII o período que podemos considerar como de fixação sistemática do homem branco àquelas plagas.
De fato, receberam por esse período terras naquela ribeira os já afamados e propalados portugueses Bernardo Duarte Pinheiro e seu irmão Agostinho. Essas concessões de terra datam do ano de 1717 e a última de 1723, todas elas medindo 3 léguas cada uma, e uma delas tirada em parceria com o amigo Vasco da Cunha Pereira.
Necessário também dizer a esse ponto que é falsa a impressão de serem estes os únicos a fixarem-se ali; pelo mesmo período, vários e vários outros tomaram posse em glebas vizinhas. Prova disso é que promoveram-se diversos casamentos entre a primeira linhagem de descendentes dos dois irmãos com as famílias dos Ferreira Rios, Sousa Nogueira, Correia Lima, Leitão Arnoso, Morais Rego, Dias Quaresma, Pinheiro Torres, Oliveira Campos, Lobo de Sousa etc.
Idéia também na qual tivemos novas luzes é a que diz ter Agostinho doado sua terra a seus dois filhos e voltado a Portugal. Agostinho deixou aqui vasta prole de pelo menos 8 (oito) filhos e filhas, contando entre esses o início de importantes linhagens de famílias icoenses.
Bem mais expressiva, claro, é a descendência em nosso torrão natal de Bernardo, casado que foi com a pernambucana Ana Maria Bezerra, pais de pelo menos 12 (doze) filhos e filhas, dentre os quais podemos mencionar o Alferes Francisco Duarte Bezerra, que com sua mulher Bárbara Vieira da Rocha, filha do piauiense Gabriel de Morais Rego e de Catarina Pereira de Almeida, originaram dentre outros o não menos célebre Raimundo Duarte Bezerra (Papai Raimundo).
É pois na continuidade das gerações de Bernardo-Ana, com cerca de 60 netos, e Gabriel-Catarina, com cerca de 50 netos, 110 ao todo portanto, incluindo Papai Raimundo, e também de outros primitivos povoadores daquela querida região que devemos procurar, com grandes chances de acertar, nossas verdadeiras raízes cearenses. Esta a explicação sucinta de nossas origens.

Na campanha do ano 2000 -Por Giovani Costa

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Durante a campanha do Dr. João Siebra no ano 2000, um dia eu cheguei na casa de Inês de Santiago e no decorrer da nossa conversa ela me perguntou:Giovani, qual era o roteiro de vocês ontem no Riacho Verde?Ai eu respondi:Eu passei o dia visitando as casas da Vila do Riacho Verde, acompanhando Meirinha (Lais Meyre costa), esposa de Dr. João.Aí Inês me fez aseguinte pergunta:E Lais Meyre sabe pedir voto, Giovani?Toinho Bitu o esposo dela foi quem respondeu: Sabe, Inês, onde já se viu um Costa não saber pedir voto?