Publicidade

Seja bem-vindo. Hoje é

A dança da vida


Goethe já afirmava que aquilo que nutrimos dentro de nós, cresce. Esta é uma Lei eterna da natureza. Logo, as circunstancias as quais nos encontramos, são meramente causais.

Nada ocorre sem que tenhamos contribuído, ainda que de forma inconsciente.

Queremos desapegar da ideia de castigo, mas não queremos ter responsabilidade de assumir as consequências das nossas atitudes, e a equação é simples, toda ação provoca uma reação.

E viver fugindo do “castigo”, é viver sob o domínio do medo de ser castigado.

Cuidado com a memória de sua casa _ Franco Guizzetti

Cuidado com a memória de sua casa
Franco Guizzetti
O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o
estado de espírito de seus moradores. Tudo o que pensamos e fazemos, as
escolhas, os sentimentos, sejam bons ou ruins, são energias. O resultado
reflete nos ambientes, pessoas e situações.
O corpo é nossa primeira morada e nossa casa, sua extensão. É ela que nos acolhe, protege e guarda nossa história. Da mesma forma que limpamos, nutrimos e cuidamos da vibração de nosso corpo, devemos estender esses cuidados e carinhos ao lar. Mais que escolher o imóvel e enfeitá-lo com móveis e objetos - muitas vezes guiados apenas por modismos ou pura praticidade -, a elaboração da atmosfera de um ambiente é importante porque reflete a personalidade de seu dono, dando pistas sobre seus gostos, estilo de vida, história e sonhos.
Há quem acredite que, colocando cristais, sinos de vento, fontes,
espelhos, instrumentos do feng shui, é possível atrair bons fluídos e equilíbrio para dentro de casa. Mas, é muito pouco, pois a personalidade
de um ambiente vai além. Ela é conseguida dia após dia, não apenas com técnicas, mas com pequenos atos de carinho e com muita energia boa.
Além de atrair bons fluídos para nosso lar, temos todas as condições de criá-los no interior do próprio ambiente. O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções
dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de
egrégora.
Você, com certeza, já esteve em uma residência ou ambiente onde sentiu um profundo bem-estar e sensação de acolhimento, independe da beleza, luxo ou qualquer outro fator externo. Essa atmosfera gostosa, sem dúvida, era dada principalmente pelo estado de espírito positivo de seus moradores.
Infelizmente, hoje em dia, é muito mais corriqueiro entrarmos em ambientes
que nos oprimem ou nos dão a sensação de falta de paz e, às vezes, até de sujeira, mesmo que a casa esteja limpa. A vontade é ir embora rapidamente, ainda que sejamos bem tratados.
O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores. Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé. Evite brigas e discussões desnecessárias. Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão. Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.
Não pense mal dos outros. Pragas, nem pensar! Selecione muito bem as
pessoas que vão frequentar sua casa. Festas, brindes e comemorações
alegres são bem-vindas porque trazem alegria e muita energia, mas cuidado com os excessos. Nada de bebedeiras e muito menos o uso de drogas, que atraem más energias.
Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém,
procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração. Lembre-se que sua casa também pode estar contaminada.
Aprenda a fazer escolhas e determine o que quer para sua vida e ambiente
onde mora. Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza já estão bons para começar, não é mesmo?
Reflita sobre como você vive em sua casa, no que pensa, como anda seu
humor e reclamações do seu dia-a-dia. Tudo isto interfere no seu astral.
 _*Compartilhar e-mails com mensagens positivas é colaborar com a*_ _*disseminação da luz, abrindo corações,*_ _*despertando consciências,*_ _*contribuindo assim, para a transformação planetária.*_

O Circulo da Mãe de Deus, ou trincheiras e valados na Guerra de Juazeiro de 1914 _ Por Fernando Maia Nóbrega


O CÍRCULO DA MÃE DE DEUS (Ou
Trincheiras e Valados de Juazeiro-CE)...Guerra de 1914..Pe Cícero   x Franco Rabelo
(Por:Fernando Maia Nóbrega)
            A mais significativa forma de defesa usada pela cidade de Juazeiro do Norte, durante a sua sedição em 1914, foi a edificação dos valados e trincheiras, chamados pelos romeiros de “Círculo da Mãe de Deus.”
            A brilhante ideia de cercar Juazeiro com um enorme valado partiu de Antônio Vilanova, ex-combatente  da Guerra de Canudos, residente em Assaré (01) e que fora chamado pelo doutor Floro Bartolomeu  para ajudar na revolta de Juazeiro. Milhares de pessoas, mais precisamente cinqüenta mil, segundo Xavier de Oliveira(02),   foram convocadas  para fazer essas escavações, circundando Juazeiro, em apenas seis dias! A terra retirada dos valados foi colocada a três metros, para o lado dentro da cidade, constituindo as trincheiras.
            Hoje, quase não restam vestígios do “Círculo da Mãe de Deus” e há divergências  mesmo entre  os escritores quanto a extensão, largura e sua localização. O mais antigo deles a expor o assunto foi  Xavier de Oliveira que desta forma se expressou:
“O valado, a trincheira inexpugnável do Juazeiro, tem de profundidade dez, e de largura doze palmos. Toda terra foi carregada para dentro, a alguns metros de distância, formando uma barreira de seis palmos de altura(...)”
São três léguas de vallados”(03)(sic)
           Segundo esse eminente historiador, tendo um palmo o tamanho de 22 centímetros, eis as especificações:
1-         Profundidade: 2.20 metros
2-         Largura:          2.64 metros
3-         Extensão:        18 quilômetros
4-         Localização:    Informa, tão somente, que circundava o Juazeiro.
         
           Já Manuel Diniz, em 1936, especifica:
“(..) em quanto milhares de pessoas cavavam, dia e noite, o grande valado para circundar a cidade, exceto do salgadinho(04) (...) ocupavam posições nas trincheiras que bordavam o valado mais ou menos na extensão de dez quilômetros e formando um semi-círculo do Nascente, Poente e sul desta cidade(05)
             Não  especificando as medidas, Diniz ressalta, apenas, a extensão de dez quilômetros,  e a não existência de valados  para os lados do rio Salgadinho.
             A respeitável escritora Amália Xavier, irmã de Xavier de Oliveira, nos dá a seguinte  informação: “(...) em 6 dias, 9 quilômetros de valados, em extensão, com 8 metros de largura por cinco de profundidade estavam terminados. O monte de areia jogado para  o lado de dentro, tinha de dois a três metros de altura, bombeados, numa distância de 3 mts de um para o outro.(...)”(06)
            Em assim sendo, vejamos a configuração dos valados aos olhos de Amália Xavier:
1-         Profundidade:  5 metros
2-         Largura:           8 metros
3-         Extensão:        9 quilômetros
4-         Localização :    especifica somente a trincheira das malvas.
            Otacílio Anselmo afirma:
“9...0 a verdade, porém, é que a fortificação, em cujo trabalho se empenharam a fundo, dia e noite, milhares de homens e mulheres de todas as idades, utilizando até latas e panelas de barro na remoção da terra, foi praticamente concluído em 5 dias”(07)..
                Mais adiante o autor sobredito informa que não havia valados e trincheiras do lado que corre o rio salgadinho. (08)
                A escritora Fátima Menezes, ao contrário dos autores supracitados, baseando-se no “ Diário de Fausto Guimarães”  sustenta a tese da existência de valados no salgadinhos e os nomeia:
“ 20 de dezembro (Sábado) – Segundo combate. Desta vez na trincheira de Santo Antônio que tem duração de quinze horas. Os rabelistas atacam  em três partes ao mesmo tempo; em volta dos valados: do “Salgadinho”,”Santo Antônio”  e “Quadro Pio X”(09)
            Concluí-se, por conseguinte, não haver uniformidade dos informes sobres os valados e trincheiras edificados em Juazeiro em 1913, no tocante a profundidade, largura,extensão e localização. Sabe-se, entretanto, que foram erguidos nos arredores da cidade os seguinte valados: Malvas, Santo Antônio e Quadra Pio X. A existência no Salgadinho é negada por escritores mais próximos do episódio: M. Diniz e Xavier de Oliveira. Somente Fátima Menezes o cita baseando-se num mapa, sem muita precisão, constante no “Diário de Fausto Guimarães”.
             Quanto às especificações físicas, se todos essas escavações obedeceram a uma medida  uniforme, vendo-se as fotos existentes dos valados e trincheiras, dá-se para se ter uma idéia que a profundidade e  largura mais se assemelham às descritas por Xavier de Oliveira: 2.20 por 2.64 metros.
             Em referência  a extensão territorial a tese mais aceitável é que seja de 09 a 10 quilômetros  conforme depoimentos de Xavier de Oliveira e Amália Xavier de Oliveira, haja vista sua abrangência ir das Malvas ao Horto, percurso este que se aproxima mais da realidade.     No tocante à localização,  Fátima Menezes nomeia quatro   valados e trincheiras: Malvas, Santo Antônio, Quadra Pio X e Salgadinho. Aceitamos também o ponto de vista da maioria dos autores sobre a inexistência de valados  para os lados do Salgadinho, como afirma Fátima Menezes existindo, tão somente, por aqueles lados, uma muralha  na Serra do Horto, mais precisamente no Santo Sepulcro, da qual ainda restam vestígos.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
N O T A S
01-       Amália Xavier de Oliveira – O Padre Cícero que  eu conheci (verdadeira história história de juazeiro) pag. 151
02-       Xavier de Oliveira –Beatos e Cangaceiros pg.56-
03-       Idem.ibidem
04-       Manuel Diniz – Mistérios do Joazeiro pg.129
05-       Idem pg 130
06-       Amália Xavier, o.c. pag. 152
07-       Otacilio Anselmo –Mito e Realidade pag.400
08-       Idem pag 407
09-       Fátima Menezes- Homens e Fatos na História de Juazeiro, pag 79
BIBLIOGRAFIA
Anselmo,Otacílio –Padre Cícero –Mito e Realidade –Ed. Civilização Brasileira Rio de Janeiro 1968
Cava,Ralph Della – Milagre em Joaseiro.Paz e Terra.Rio de Janeiro 1976
Diniz,Manuel – Misterios do Joaseiro – Tipografia do Joaseiro. Juazeiro 1935
Filho, M.B.Lourenço – Juázeiro do Padre Cícero -3ª Edição – Companhia Melhoramento de são Paulo
Montenegro,Abelardo – Fanáticos e Cangaceiros –Ed.Henriqueta Galeno.fortaleza 1973
Menezes,Fátima – Homens e Fatos na história de Juazeiro.Ed. Universitária da UFPE.Recife 1989
Oliveira, Amália Xavier – O Padre Cícero que conheci(verdadeira história de Juazeiro).Rio de janeiro 1969
Oliveira, Xavier de – Beatos e Cangaceiros  Rio de janeiro 1920
xxxxx
OBS: Fotos, adendo Volta Seca.
Publicado por Voltaseca Volta na página: Cangaço no Facebook
Os Mistérios  que EnVolve  a ida do Homem a Lua.

A expedição da NASA até a superfície da Lua, em 1968, foi vista como o desenvolvimento científico mais extraordinário daquela época.

A tecnologia que a NASA e outras organizações espaciais por todo o mundo agora têm ao seu dispor é consideravelmente muito mais avançada do que a usada nas missões Apolo. Isto levou algumas pessoas a questionarem o porquê da NASA e outras agências não terem retornado à Lua, após tanto tempo.

Embora a explicação oficial seja a de que cientistas, engenheiros e astronautas estão atualmente trabalhando em tempo integral com outros estágios da exploração espacial – uma visita a Marte – muitas pessoas acreditam que o potencial completo da Lua ainda não foi totalmente examinado.  Ainda há muito que os cientistas não sabem sobre o nosso misterioso satélite natural. Além disso, a Lua tem muito potencial ainda inexplorado. Ela poderia ser utilizada para estabelecer a primeira colônia da Terra no espaço, e sua estrutura é composta de um número de minerais valiosos que poderiam ser minados e colocados em uso aqui na Terra.

Algumas pessoas especularam que a NASA está cautelosa para retornar à superfície da Lua por alguma razão banal. Outros acreditam que a razão para a timidez da NASA em explorar a superfície lunar é clara: ela é habitada por alienígenas.

Estas teorias têm, de certo modo, sido apoiadas devido às declarações de ex-astronautas que foram até a Lua.  Por exemplo, o Dr. Edgar Mitchell, um astronauta que andou na superfície lunar durante a missão Apolo 14, disse:

*Após viajar no espaço, estou complemente confiante de que alienígenas estão nos observando. Não sei quantos, de onde e como o fazem, mas estão nos observando. Vemos estas naves o tempo todo.*

Um outro famoso astronauta, Edwin Dugene Aldrin Jr., conhecido como Buzz Aldrin, o segundo homem a andar na superfície lunar, também sugeriu que poderia haver vida na Lua.  Quando estava na missão Apolo 11, Aldrin disse ter viso uma luz se movendo junto à cápsula espacial.  Ele disse que não há uma explicação adequada para este fenômeno, e pensou que isto poderia ser apropriadamente descrito como um Objeto Voador Não Identificado.

Tudo isto nos faz levantar a questão: Por que a presença de vida alienígena manteria a NASA longe da superfície da Lua?  Seria porque talvez eles infringiram território alienígena?  Ou estariam eles secretamente investigando a atividade alienígena na superfície da lua e mantendo isto em segredo do público em geral?

Realmente, se formos analisar friamente o potencial da Lua, tanto mineral quanto estratégico militar para as potências mundial, faria muito mais sentido ter continuado os projetos lunares do que investir em laboratórios espaciais ao redor da órbita baixa da Terra, pois um posto avançado na Lua em pouco tempo geraria um retorno de investimento e lucro, devido aos minerais abundantes por lá, os quais poderiam ser extraídos sem a preocupação do impacto ecológico.

A resposta parece ser clara, se pararmos para pensar friamente: ou eles nunca foram até lá, ou quando foram encontram algo que os convenceu de não retornarem, e não estamos falando aqui de impedimentos financeiros.

Uma xicara de café (Do whatsapp)



*UMA XICARA DE CAFÉ*
Um grupo de profissionais, todos vencedores em suas respectivas carreiras, reuniu-se para visitar seu antigo professor.
Logo a conversa parou nas queixas intermináveis sobre *stress* no trabalho, e na vida em geral.
O professor ofereceu café. Foi para a cozinha e voltou com um grande bule e uma variedade das melhores xícaras: de porcelana, plástico, vidro, cristal...
Algumas simples e baratas, outras decoradas, outras caras, outras muito exóticas...
Ele disse:
- Pessoal, escolham suas xícaras e sirvam-se de um pouco de café fresco.
Quando todos o fizeram, o velho mestre limpou a garganta, calma e pacientemente conversou com o grupo:
- Como puderam notar, imediatamente as mais belas xícaras foram escolhidas, e as mais simples e baratas ficaram por último. Isso é natural, porque todo mundo prefere o melhor para si mesmo. Mas essa é a causa de muitos problemas relacionados com o que vocês chamam "stress".
Ele continuou:
- Eu asseguro que nenhuma dessas xícaras acrescentou qualidade ao café. Na verdade, o recipiente apenas disfarça ou mostra a bebida.
O que vocês queriam era café, não as xícaras, mas instintivamente quiseram pegar as melhores.
Eles começaram a olhar para as xícaras, uns dos outros.
Agora pense nisso:
*A vida é o café.*
Trabalho, dinheiro, status, popularidade, beleza, relacionamentos, entre outros, são apenas recipientes que dão forma e suporte à vida.
O tipo de xícara que temos não pode definir nem alterar a qualidade da Vida que recebemos.
Muitas vezes nos concentramos  apenas em escolher a melhor xícara, esquecendo de apreciar o café!  
As pessoas mais felizes não são as que têm o melhor, mas as que fazem o melhor com tudo o que têm!
Então se lembrem:
Vivam simplesmente. Sejam generosos. Sejam solidários e atenciosos.
Falem com Bondade.
O resto deixem nas mãos do Criador Eterno, porque a Pessoa mais rica não é a que mais tem, mas a que menos precisa.
Agora desfrutem o seu café! "
☕☕☕☕☕☕☕

O fósforo e a vela ( auto ajuda _ autor desconhecido)

Certo dia, o fósforo disse para a vela:
– Hoje te acenderei!
– Ah não - disse a vela.
Você não percebe que se me acender, meus dias estarão contados? Não faça uma maldade dessa...
– Então você quer permanecer toda a sua vida assim?
Dura, fria e sem nunca ter brilhado? - perguntou o fósforo.
– Mas tem que me queimar?
Isso dói demais e consome todas as minhas forças - murmurou a vela.
Então respondeu o fósforo:
– Tem toda razão! Mas essa é a nossa missão.
Você  e eu fomos feitos para ser luz.
O que eu, apenas como fósforo, posso fazer, é muito pouco. Minha chama é pequena e curta.
Mas, se passo a minha chama para ti, cumprirei com o sentido de minha vida.
Eu fui feito justamente para isso: para começar o fogo.
Já você é a vela. Sua missão é brilhar. Toda tua dor e energia se transformará em luz e calor por um bom tempo.
Ouvindo isso, a vela olhou para o fósforo, que já estava no final da sua chama, e disse:
– Por favor, acende-me.
E assim produziu uma linda chama.
Assim como a vela, às vezes, é necessário passar por experiências ruins, experimentar a dor e sofrimento para que o melhor que temos seja oferecido e que possamos ser luz.
E a verdade é que mar calmo não faz bons navegadores.
Os melhores são revelados nas águas agitadas.
Então, se tiver que passar pela experiência da vela, lembre-se que espalhar o Amor é o combustível que nos mantém acesos.

VOCÊ É LUZ NO MUNDO...

Brilhe e irradie essa Luz!

*Nossa missão buscar forças para sermos a luz do mundo.*

Porque Chico Derramado? Por Giovani Costa

Raimundo Gomes da Silva (Raimundo Sabino), foi o homem que mais botou apelido nas pessoas aqui em Várzea Alegre e até em Senhor do Bonfim na Bahia, onde morou por muito tempo.
Apelidos como Zé Comprido, Joâo Buxim, Oieiro, Fita, Dedé Pinga, Joâo Badoque, Zé Fuita, Dalissima, são só alguns exemplos.
Francisco Januário do Nascimento chegou na casa de Seu Meninim Bitu com três anos de idade, pois tinha perdido o pai e a mãe dentro de um mês. Ele e um irmão e três irmãs foram adotados por famílias de boas condições, escolhidas pelo juiz da época.
Chico um dia foi na bodega de Raimundo Sabino comprar um litro de gás (querosene).
Chegando numa baixa perto de casa, Chico derrubou o litro e derramou o querosene. Voltou para a bodega chorando e Raimundo Sabino só entendia ele dizer: derramado!
Raimundo Sabino providenciou um novo querosene, mas lhe botou o apelido de Chico Derramado, que ficou para sempre.

Ficar de boca fechada: um dos segredos da vida _ Por Jamiltom de Souza

Ficar de boca fechada:

Um dos Segredos da Vida.

Nunca, nunca, nunca fale mal dos outros; mas, principalmente, não fale mal de si mesmo, não fique contando suas misérias, problemas e tristezas para encontrar conforto na ‘pena’ alheia. Atrair os olhos da piedade é desejar e invocar sobre si condições dignas de piedade.
Indivíduos sem um ‘centro’ falam demais, estão sempre prontos a opinar, criticar, espalhar, reproduzir, acrescentar e fomentar falatórios de maneira irrefletida e desorganizada; eles não sabem, mas esta é a maneira mais rápida de se perder totalmente o Poder da Palavra.
Não manter a boca fechada é caminho certo para desperdiçar energia e vitalidade.
Ao ministrar cursos de Oratória, sempre insisto que inexiste melhor mecanismo de se ampliar essa capacidade do que ‘Calar a Boca!’. E manter a boca fechada não significa apenas não proferir palavras a esmo, mas estar atento a como nascem e se processam os pensamentos, a como eles podem ser canalizados e dirigidos favoravelmente.
Não raras vezes, uma ‘língua solta’ vem acompanhada de uma mente tíbia, um raciocínio raso e um temperamento descontrolado.
No Plano Astral, uma pessoa que não domina o Poder da Palavra apresenta-se em uma Aura turbulenta, onde as Forma-Pensamentos giram pra todos os lados sem lei e ordem. São soldados desgovernados, frágeis e completamente desarmados, susceptíveis a qualquer influência ou ataque externo. Trata-se espiritualmente de alguém que, desguarnecido, tende a sentir-se constantemente desanimado, desmotivado, cansado, oprimido e deprimido.
Quem não controla o Falar, não controla o Pensar e portanto não domina o próprio Existir.
Se cuidar e expandir a própria existência é o melhor Serviço que podemos prestar para a humanidade, ‘Calar’ é prática mais proveitosa que podemos aplicar em nossa própria vida.
Quem desenvolve a capacidade de Silenciar aproveita maravilhosas oportunidades de, no mínimo, não falar bobagens.
Parece algo óbvio e fácil mas não o é, a dificuldade em saber a hora de sair de cena, descer do palco e permitir que o Universo termine o espetáculo, é uma das razões para tanto stress e desajustes.
Quando se permite dominar pela ânsia de ‘responder a altura’, dar o troco, fazer-se ouvir, impor-se, gritar mais alto, se fazer presente a todo e qualquer custo vai se criando ‘ralos’ que sugam a Energia Pessoal
Desinstale do coração o hábito de reproduzir acontecimentos desagradáveis, tragédias, desastres e catástrofes; evite mergulhar nas ondas de raiva coletiva, de fofoca comunitária, de falatórios generalizados.

Aprenda a Silenciar.

Silenciar é manter a mente concentrada sobre o que é verdadeiramente importante para si, é abster-se de colocações desnecessárias e dizer apenas aquilo que condiz com o que se deseja ver manifesto no próprio Universo.

Silenciar é ser Grato.

Silenciar é colocar em palavras a Força, a Abundância, o Equilíbrio, a Saúde, a Iluminação, a Felicidade e o Bem.

Silenciar é também brigar pelos direitos, é ir pras ruas e entrar no campo de batalha se necessário for; mas é igualmente saber voltar ao estado de Paz e Centralidade.

Silenciar é a única maneira de adquirir o Poder da Palavra.
#Jamilton

Viver longe dos irmãos - Por Ruth Manus

Simplesmente fantástico!

*Viver longe dos irmãos
É viver meio longe de nós mesmo*

 Houve um tempo em que morar na mesma casa é que era o problema. Começamos com as disputas pelos brinquedos, depois pelo controle remoto, evoluindo para a trilha sonora no carro e o tempo de ocupação do banheiro. Tudo era razão para eclodir um embrião de guerra civil.

Todos nós já desejamos, do alto da nossa imaturidade convicta, que eles desaparecessem daquela casa. Que eles não acabassem com as bolachas recheadas, não comessem o último pedaço da lasanha, nem sumissem com as nossas meias preferidas.

Já gritamos enfurecidos, dizendo que não queríamos dividir quarto com eles.

 E então os anos passaram e finalmente saímos de casa. Nós ou eles, ou nós e eles. Carreira, estudos, casamento ou qualquer outra razão fez com que aquele velho ninho da discórdia passasse a fazer parte apenas da memória e não mais de um dia a dia conturbado.

Pareceu-nos, muitas vezes, na ignorância da infância ou na estupidez da adolescência, que a felicidade seria muito mais viável sem a presença diuturna daquelas criaturas que insistiam em invadir nosso espaço, apesar de todas as ameaças que julgávamos lhes fazer.

Mas essa ideia, como tantas outras que imaginávamos sobre a vida adulta, era uma cilada.

Hoje descobrimos que é extremamente dolorido ter que aproveitar a presença deles em eventos com hora marcada para terminar. Almoços, jantares, visitas. Que coisa sem cabimento, eles têm hora para ir embora? Eu tenho hora para ir embora? Não, espera aí. Irmãos não foram feitos para ir embora. Foram feitos para ficar aqui, para podermos brigar sem pressa, ofender sem querer e amar sem prazo.

Agora nos flagramos adultos, acelerando as conversas quando nos vemos, tentando aproveitar-nos ao máximo, lutando contra o relógio. Nos vemos tapando buracos com mensagens de whatsapp e linkando seus nomes em publicações de redes sociais que só eles entenderão. E às vezes, como quem sente uma pontada no peito, nos damos conta de que isso é tão, tão pouco.

As distâncias variam. Alguns moram a 50 metros, outros a 50km. Outros mais sofridos vivem a 500km ou 5.000km. Em sua medida, todos sabem como doe. Os beliscões de antigamente foram substituídos por abraços sedentos. E nós descobrimos que os abraços raros doem muito mais do que os beliscões raivosos.

É bom saber que todos tomamos algum rumo, ainda que torto. É bom ver que a vida de cada um de nós caminhou. Mas é quase insuportável a ideia de tornar-se um espectador na vida de um irmão.

Irmãos nunca deveriam ficar longe uns dos outros. Juntos sempre foi melhor. Brigando, criticando, estapeando. O problema é que a vida adulta não nos faculta o luxo do perdão automático, nem da memória curta. Talvez por isso o tempo nos obrigue a aceitar alguma distância. Talvez, depois de abandonar a infância, a distância seja exatamente o que nos mantenha mais unidos.

Não sei. Sei que, de um modo ou de outro, machuca. Ir embora sem conversar tanto quanto queria, pedir socorro às tecnologias para sentir-se menos distante, não ter nem tempo para brigar e beliscar como sempre foi. Mas é uma daquelas dorzinhas de sorte da qual só usufrui quem teve a felicidade de ter um irmão presente, que já foi odiável e irritante, mas que hoje é uma saudade diária e a certeza de que para estar junto não é preciso estar perto.

POR RUTH MANUS

Uma semana triste para Várzea Alegre _ Por Dr. Andre Tanaka

Uma semana triste para Várzea Alegre, perdemos pessoas queridas e importantes na nossa formação. Perdas que transcendem os sentimentos pessoais. Além da dor pela despedida de um pai, uma mãe, um amigo, todos nós perdemos referenciais de princípios e de valores. Pessoas que influenciaram positivamente a coletividade e as gerações que lhes sucederam. Dona Virgens, uma amiga querida, sempre atenciosa e prestativa com todos. Seu Raimundo Meneses, um grande cidadão, com sua serenidade costumeira, exemplo de honestidade e retidão. Suas virtudes ficaram marcadas em nós, deixando-nos a responsabilidade de repassa-las às novas gerações de nossa cidade. Que Deus conforte os familiares, na certeza de que nossos amigos cumpriram suas missões e estão em bom lugar, nos braços de Jesus.

Páscoa macabra _ Por Hatcher

Páscoa macabra

Isso aconteceu quando eu tinha somente nove anos de idade. Eu morava com meus pais e mais dois irmãos numa cidade na qual não irei revelar o nome. Nós vivíamos num sitio bem isolado de tudo. Tudo em volta eram arvores e mais arvores. A nossa família vivia praticamente da plantação e gado. Papai ficava o dia todo cuidando da lavoura/gado enquanto mamãe ficava cuidando da casa.

Essa história que irei relatar foi um tanto apavorante. Já perdi a conta de quantas vezes eu já acordei no meio da noite gritando, todo soado, pensando naquele coelho.
Tudo começou quando a páscoa estava chegando. Papai fora para cidade comprar nossos "ovos". Eu e meus irmãos ficamos muito animados quando ele chegou com um ovo para cada um de nós. Eu, como o caçula, já queria abrir o ovo naquele mesmo instante. Mas papai disse que não, porque quem abrisse o ovo antes da páscoa, o coelhinho da páscoa ficaria muito bravo. Meus irmãos entenderam o recado, mas eu, não.
Naquela mesma noite, todos dormiam. Os ovos haviam ficado na mesa da cozinha. Abri a porta de meu quarto sorrateiramente. Passei pela sala e assim que cheguei à cozinha já podia avistar os ovos na mesa. Peguei uma cadeira e coloquei perto da mesa, para que eu pudesse ficar frente-a-frente com o meu prêmio. Iluminado pela luz do luar, naquela noite eu não comi só o meu ovo, o desejo falava mais alto, comi também os ovos dos meus irmãos.
Depois de comer todos os ovos, senti a melhor sensação que já sentiria em toda a minha vida (até aquele momento). Só que no momento em que eu descia da cadeira, podia jurar que tinha algo ao lado da televisão, na sala de estar. Olhei novamente. Lá estava ele. Os seus olhos vermelhos cor de sangue. Sua pele cinza com um tom amarronzado. Fitava-me com um olhar assustador. Fiquei petrificado olhando para aquele ser que tinha a mesma estatura que eu naquela época. Depois de alguns segundos ele moveu a cabeça para a janela, foi tão rápido que foi só no momento de eu piscar e ele já corria para o outro lado da sala. Os seus passos eram rápidos. Enquanto se movia eu podia sentir o fedor. Notei também que as orelhas estavam danificadas. De frente para mim no outro lado da sala, ele mexia a boca lentamente. Eu não ouvia nada, até que depois consegui ouvir um sussurro: "Atrás de você". Foi só no momento de eu me virar para dar de cara com aquela criatura horrenda na minha frente. Meu coração batia cada vez mais rápido, senti uma tontura repentina, até que meu corpo enfraqueceu e eu cai aos pés daquele tal coelho. Antes de apagar, pude ouvir mais um sussurro seu: "Você é um menino mau, muito mau...”.
Acordei no dia seguinte na minha cama. Depois de apanhar do meu pai por ter comido todos os ovos, contei pra ele do ocorrido na noite, ele simplesmente zombou de mim dizendo: "Eu te avisei...". Nunca mais na minha vida eu comi chocolate.


Paz significa _ Bert Hellinger

Paz significa:
- Que aquilo que estava em oposição se encontra.
- Que aquilo que antes se excluía, se reconhece mutuamente.
- Que aquilo que antes se combatia, se feria e até mesmo queria se destruir, faz luto em conjunto pelas vítimas de ambos os lados e pelo sofrimento que causaram um ao outro.
O trabalho de reconciliação começa na alma de cada indivíduo e na família.  Se a reconciliação tiver êxito nesse âmbito, ela também se expandirá para grupo maiores, para toda humanidade.
A Paz começa na Alma.
Se sentir melhor e maior que  outros, essa é a raiz de toda guerra!

                 Bert Hellinger