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DESCENDENTES DE LAURA BITU BARBOSA C.C COSME MARTINS BARBOSA

DESCENDENTES DE LAURA BITU BARBOSA C.C COSME MARTINS BARBOSA. PAIS DE:
I) JOSÉ BARBOSA BITU C.C IOLANDA AMARO BITU. PAIS DE:
1º) Francisco Carlos Amaro Bitu
2º) Maria Socorro Amaro Bitu
3º) Ângela Maria Amaro Bitu
4º) Francisca Simone Amaro Bitu Vasconcelos
II)JOÃO BARBOSA BITU BRITO C.C LINDINALVA SANTOS BARBOSA (BAIANA) FILHA DE JOÃO LEONARDO DOS SANTOS E RITA DA SILVA SANTOS. PAIS DE:
1º) José da Silva Brito c.c. Albetiza Alves Coelho Brito. Pais de:
a) Hermes Coelho de Brito c.c. Elisangela Alves Bezerra Brito. Pais de:
a.1)Lucas Bezerra Brito. Solteiro
a.2)Hiugly Moreira Brito (de um relacionamento com Sirley Guedes Moreira antes do casamento com Elisangela) c.c Luana Pereira Rodrigues. Pais de:

a.2.1) Hilanna Moreira Rodrigues
b) Karina Coelho Brito c.c. André Luis Bezerra Rodrigues. Pais de:
b.1) Milton Rodrigues Neto
b.2) Isabella Brito Rodrigues
             c) José da Silva Brito Junior (de um relacionamento de José da Silva Brito com         Janaina Alves dos Santos). Solteiro
        
2º) Rita de Cassia da Silva Brito de Araújo c.c. Miguel Ribeiro de Araújo Neto. Pais de:
a)      Danyelle Brito de Araújo Duarte (nome de casada) c.c
           1as núpcias Gennieudo Bezerra de Sousa. Pais de:
a.1)João Pedro Brito Bezerra.
           2as núpcias c.c. Henrique Jardel Ferreira. Pais de:
        a.2) José Henrique Brito Ferreira
          3as núpcias c.c Cicero Alberto Araújo Duarte. Pais de:
                   a.3)  Anna Clara Brito Duarte
b)  Dannyel Brito de Araújo. Solteiro
   3º) Cosme da Silva Brito c.c 1as núpcias Eldair Maria Gonçalves Cavalcante. Pais de:
        a) Nayana Lis Cavalcante Brito c.c Raynnan Farias Alencar Limaverde. Sem filhos
        b) Isis Layane Cavalcante Brito c.c Kléssio da Silveira Alves. Pais de:
            b.1) Maria Clara Cavalcante Alves
            b.2) Theo Cavalcante Alves
  2as núpcias c.c. Maria Eilma de Araújo Feitosa (eu) filha de Joaquim de Araújo Feitosa e Maria Nilda de Morais Feitosa. Pais de:
.      c) Brendo Feitosa Brito
       d) Caio Feitosa Brito
 4º) João Luis da Silva Brito c.c 1as núpcias Ozineuda Nogueira. Pais de:
      a) Bruno Eduardo Nogueira Brito c.c Francisca Soares da Costa. Pais de:
           a.1) Beatriz Soares Brito
           a.2) Victor Eduardo Soares Brito
   *   b) Simone Nogueira Brito c.c. Rogerio ?. Pais de:
           b.1) Sophia?
     2as núpcias c.c. Carmem Célia Cardoso da Costa. Pais de:
      c)  Lourival Marques da Costa Brito  
5º) Samara da Silva Brito c.c Marcilio Palácio Ferreira. Pais de gêmeos:
      a) João Barbosa Bitu Brito Neto
      b) Júlia Brito Ferreira
III)  FRANCISCO BARBOSA BITU C.C. ANÉSIA GARCIA BITU
     1º) Águida Garcia Bitu
     2°) Laura Garcia Bitu
     3º) Ana Maria Garcia Bitu
     4º) Célia Maria Garcia Bitu
     5º) Augusto Ney Garcia Bitu
IV)  RAIMUNDO BARBOSA BITU C.C MARILDA
    1º)Sonia Regina
    2º) Sergio
    3º)Eliane
V) ANTÔNIO BARBOSA BITU (BITU) SOLTEIRO MORA COM O IRMÃO JOÃO BARBOSA BITU BRITO EM IGUATU.

VI) TEREZINHA BARBOSA BITU C.C FRANCISCO PRIMO BITU. PAIS DE:
    1º) Laura Primo Bitu
    2º) Raimundo Valúcio Bitu Primo
    3º) Maria Santinha Bitu Primo
   4º) Tereza Cibele Primo Bitu
   5º) Antônio Vianney Primo Bitu
   6º) Diana Bitu Primo

c.c = casado com
* dos descendentes do João Barbosa Bitu Brito a neta Simone Nogueira 
Brito ficou incompleto o nome do esposo e da filha da mesma. Cansei de esperar uma resposta.


25 de março de 1873: o Ceará (Terra da Luz), libertava os seus escravos!


O pão-de-arroz de Raimunda da Varzinha _-Por Giovani Costa

Foto/image; Israel Batista

O pão-de-arroz de Raimunda da Varzinha _-Por Giovani Costa
Ao vir a tona esta polêmica em torno da Operação Carne Fraca, onde vários problemas sanitários vieram a tona. colocando sob suspeita a qualidade da carne brasileira e seus derivados, eu lembro que há muito se comenta por ai que colocam jornal em salsicha, carne dos bezerros que morrem também dizem que entra na salsicha. Rato na Coca-cola e etc...
Mas sempre existiu esta falta de cuidado com a limpeza e a higiene com os produtos industrializados e também caseiros.
Aqui em Várzea Alegre, a senhora Raimunda da Varzinha ficou conhecida por não ser chegada a uma limpeza e morreu sem saber o que era higiene.
Certa vez houve um leilão na Varzinha ( Pe. Mota acabou com o costume de se fazer leilão nas residências para os santos), logo que aqui chegou em Várzea Alegre). Na Varzinha morava uma tia minha, Maria, esposa de Luiz Batista, que era conhecida por Bia.
Para este leilão foram suas irmãs Clarinha e Ana Leandro.Uma delas me contou que ao iniciar o leilão, tia Bia apontou para um pão-de-arroz na mesa e fez um alerta para o esposo:
Olhe Luiz, você não arremate aquele pão-de-arroz ali, porque eu vi Raimunda da Varzinha chegando com ele enrolado num lençol.


Aprenda a ler sua alma

Medicina psicosomática - aprenda a ler sua alma

A dor na "alma" gera a dor física, a doença... Por isso devemos cuidar de nossas emoções...
Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta.
A cura real somente acontece do interior para o exterior...
 *dor no peito* é dor de tristeza, é dor de angústia.
 *azia* descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago.
*diabetes* vc não está encontrando mais doçura em sua vida e  está muito difícil suportar o peso de suas frustrações.
 *enxaqueca* vc padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica,  é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso.
*Muitos querem a cura, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia e da injustiça que sofrem, o veneno da inveja que sentem, o bacilo do próprio pessimismo e o câncer do egoísmo.*
*Não querem mudar de vida* .... Procuram a cura de um *câncer*, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa. Pretendem a *desobstrução das artérias coronárias*, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.
Almejam a cura de *problemas oculares*, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência.
Pedem a solução para a *depressão*, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas. Suplicam auxílio para os *problemas de tireoide*, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades.
Imploram a cura de um *nódulo de mama*, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado.
*Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos*.
*O universo nos mostra de vários modos; a enfermidade é um deles e, por certo, o principal recado que lhe chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida.*
 *Toda cura é sempre uma autocura*. Vamos nos curar? Vamos nos avaliar? Vamos nos amar?

Uma roupa para Tostão _ Por Giovani Costa


Tostão era o apelido de um rapaz que na década de 70 jogava um bom futebol aqui na nossa Várzea Alegre. Morreu vítima do alcoolismo, no bairro Varjota,
Trabalhava em construção, entortando ferro e trabalhava com um senhor profissional por nome de Pedro.
Certa vez os dois foram contratados para fazerem uma reforma na residência do senhor Mário Leal, no sítio Tabocas, em Cariús.
Tostão gostava de vestir uns shorts curtos, que quando sentava, ficava aparecendo as "coisas".
Estavam os dois a trabalhar,quando, de repente, seu Mário Leal chega e ver os testículos de Tostão de fora.
Seu Mário fala para o mestre Pedro;
Pedro, esse "home" não tem roupa não?
Pedro disse: tem, roupa ele tem!
Aí seu Mário disse: é porque eu vou no Iguatu e quando eu voltar, vou trazer uma roupa pra ele!
Quando seu Mauro deu as costas, seu Pedro disse para o amigo e ajudante:
Tostão, se eu fosse tu ia embora agora, porque a roupa que ele quis dizer é peia!
Tostão no mesmo instante "capou o gato" a pé até o Poço do Mato (hoje Caipu), distante uns 30 kms de onde estava até pegar uma carona para Várzea Alegre.

Novo livro na praça:Padre Cícero, Lampião e Coronéis, autor: Daniel Walker..

NOVO LIVRO NA PRAÇA...! 
 Padre Cícero, Lampião e Coronéis, autor: Daniel Walker..
A vida política de Padre Cícero é tão importante quanto a sua vida religiosa, pois ambas foram polêmicas. Como religioso ele esteve sempre às turras com as autoridades eclesiásticas, que o censuravam por causa da questão do milagre da hóstia; como político ele sempre procurou manter uma conduta de harmonia e paz, embora isso em alguns momentos não tenha sido possível. Na verdade, ele nunca quis ser político, como explicou no seu Testamento.

Sua opção pelo caminho sinuoso da política se deu de forma circunstancial e isso foi explorado de várias maneiras pelos seus biógrafos, não havendo ainda consenso. Diante do que foi publicado até hoje, dá para perceber que ninguém acredita na explicação dada por ele mesmo. E não poderia ser diferente, pois em se tratando do Padre Cícero tudo é controverso. Sua vida, tão cheia de ambiguidade, jamais deixará de ser dissecada pela caneta dos seus biógrafos, cujos trabalhos já renderam uma bibliografia com mais de 500 títulos.
Neste trabalho, minha análise da vida política do Padre Cícero está baseada em dois eventos significativos e polêmicos: a outorga da patente de Capitão a Lampião (1926) e o Pacto dos Coronéis (1911). Segundo os pesquisadores, a vida política do Padre Cícero só foi tumultuada porque colada a ela, como uma espécie de alter ego, esteve a figura emblemática do médico baiano adotado pelo Juazeiro, Dr. Floro Bartholomeu da Costa. Este estudo deixa evidente que a vida política de Padre Cícero está intrinsecamente ligada à de Floro, mas realmente era o médico baiano quem de fato articulava ou maquinava tudo com ou sem o consentimento do Padre Cícero.
Foi ele, com habilidade e astúcia, quem colocou Padre Cícero no miolo da política cearense, despertando contra o ingênuo Padre novato em política todo o rancor dos adversários. E como Padre Cícero pagou caro por isso! A vida política do Santo dos Nordestinos é o retrato mais fiel da sua transição de reverendo a lutador, fato notório que se repetiu em mais dois fenômenos igualmente polêmicos: sua participação no movimento de emancipação política de Juazeiro (1911) e na Sedição de 1914.
Daniel Walker, pesquisador e escritor 
Juazeiro do Norte, Ceará
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NOTA:O livro está à venda ao preço de R$ 30,00 com frete grátis. Pedido diretamente ao autor pelo e-mail: professordaniel@hotmail.com.br ou celular/WhatsUpp 98835 6303 Ou no Sebo Alan Poe - Solaris. Rua Av. Padre Cícero, 1227 - Centro, Juazeiro do Norte - CE E ainda: Coelhos Hotel. Rua do Cruzeiro/Praça Padre Cícero. Banca de Revistas de César. Praça Padre Cícero..
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OBS: Matéria compilada de http://cariricangaco.blogspot.com.br

EXISTIU UM CANGAÇO PÓS LAMPIÃO? POR. VALDIR OLIVEIRA

EXISTIU UM CANGAÇO PÓS LAMPIÃO ? ( Adendo Volta Seca )
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CANGAÇO: FLORO NOVAES, “VINGADOR DAS ALAGOAS”
Por Valdir Oliveira
Ainda faltavam 7 anos para a emboscada de Angicos (SE), onde Lampião e seu bando foram assassinados, quando nasceu na Cidade de Olivença, em Alagoas, o lendário Floro Gomes Novaes. É claro que seu nome ficou longe da fama do maior rei do cangaço, mas os fatos que envolvem a sua sina de vingador e justiceiro também merecem um registro atento e responsável por aqueles que estudam o fenômeno do cangaço na região Nordeste.

Floro decidiu seguir a vida de justiceiro em 1951 quando seu pai foi assassinado em uma emboscada na Cidade de Santana do Ipanema/AL. Na brutalidade dos assassinos, o cérebro de Ulisses Novaes foi esmagado com a coronha de um rifle. Floro jurou vingança e viveu o resto de sua vida com esse propósito, às vezes na companhia de alguns comparsas, como Valderedo Ferreira, na maior parte do tempo sozinho, na aridez da caatinga dos sertões de Alagoas e Pernambuco. Foram 19 anos com suas armas cuspindo fogo e colecionando os corpos dos inimigos até ser morto também numa tocaia, em 1971.

A repercussão na imprensa foi enorme, principalmente na Revista “O Cruzeiro” e no Jornal “Gazeta de Alagoas”. Entre os jornalistas que mais acompanharam a saga de Floro estavam Tobias Granja e seu irmão Paulo Granja, que nos cedeu fotos juntamente com o Pesquisador Ernande Moreira.

Pesquiso a vida de Floro desde a década de 1980, tendo publicado em 1985 o Cordel FLORO GOMES NOVAES – VINGADOR DAS ALAGOAS, em parceria com Ernande Moreira. O livro conta em versos de sextilha a vida de Floro, destacando as dificuldades encontradas na peregrinação pela caatinga, fugindo ou saindo do mato para matar, até culminar com a tocaia que resultou na sua morte.
Além disso tenho um livro inédito sobre o tema, com prefácio de Frederico Pernambucano de Melo, que conta em detalhes, diversas passagens da vida do personagem, com a linguagem narrativa no gênero de reportagem especial.
A foto de Floro com alguns comparsas trajando roupas típicas do cangaço, faz parte de meus arquivos e já foi veiculada, com os devidos créditos, no Diário de Pernambuco, em matéria de Inácio França e no livro Guerreiros do Sol, de Frederico Pernambucano de Melo, São Paulo: A Girafa Editora, 2004 com a seguinte legenda:
“Um cangaço pós-lampiônico repontará nos anos 1950 e 60, em grupos reduzidos, a exemplo de Floro Gomes Novaes, o ‘Capitão Floro da Ribeira do Ipanema’, com cinco homens, entre Alagoas e Pernambuco. Da esquerda, Valderedo Ferreira (lugar-tenente), o chefe Floro e Faísca c.1962. Cortesia de Valdir Oliveira, Recife, Pernambuco.”
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